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PARCERIA SOLAR E SICREDI FIRMAM CONTRATO

28/01/2020

Agora ficou ainda mais fácil para você adquirir um sistema de energia solar fotovoltaica.   Junto com o Sicredi a Parceria Solar quer contribuir para que um número ainda maior de pessoas e empresas produzam sua própria energia limpa e busquem a sustentabilidade para proteger o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida de todos e do planeta, oferecendo uma linha de crédito para aquisição de um sistema de energia solar fotovoltaica.   Essa linha de crédito será um financiamento direto que atenderá a pessoas físicas, jurídicas e produtores rurais, que na maioria das vezes dependiam antes de intermediários para financiar seus projetos, mas que agora vão poder usufruir dos benefícios e da economia proporcionados pela energia solar durante toda a vida útil do equipamento, que é superior a 25 anos, com baixo custo de frequência e manutenção.


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[VÍDEO] Bolsonaro bate o martelo sobre a TAXAÇÃO da energia solar

06/01/2020

O Presidente Jair Bolsonaro anunciou nas redes sociais a posição contrária do governo sobre a decisão da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) de taxar a energia solar. A ANEEL é uma agência autônoma cujos integrantes têm mandato e responsabilidade sobre o assunto. Assista o vídeo, informe-se, curta e compartilhe. Essa decisão vai afetar o sistema de produção de energia solar e tornar a energia elétrica ainda mais cara. #parceriasolar #wegsolar #energiafotovoltaica #sustentabilidade #energiasolar #integradorsolar #integradorsolarmaster #TaxarOSolNão     Fonte do vídeo: Bolsonaro TV (Youtube)


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[VÍDEO] Campanha 2000 Projetos Realizados

13/12/2019

Assista o depoimento do Diretor da Parceria Solar, Rodrigo Corrêa, sobre o lançamento da Campanha de 2000 Projetos realizados, que está sendo divulgado hoje, em primeira mão, aos participantes do 2º Encontro Nacional da Parceria Solar. O evento acontece nos dias 13 e 14 de dezembro, em Santa Maria – RS. Só quem busca a luz é capaz de sentir o poder do sol!     www.parceriasolar.com PARCERIA SOLAR RIO GRANDE DO SUL: (55) 3029 3215 (55) 99957 9546 - WhatsApp PARCERIA SOLAR PARANÁ: (41) 3123 8000 (41) 99865 0100 - WhatsApp INTEGRADOR MASTER PORTO ALEGRE: (51) 3286 7765 (51) 3286 7765 - WhatsApp INTEGRADOR MASTER FLORIANÓPOLIS: (48) 3236 8809 (48) 3236 8809 - WhatsApp INTEGRADOR MASTER BENTO GONÇALVES: (54) 3705 1661 - WhatsApp (54) 99144 2999 - WhatsApp INTEGRADOR MASTER SÃO BORJA: (55) 98455 9564 - WhatsApp (55) 98447 9781 - WhatsApp INTEGRADOR MASTER CURITIBA: (41) 3333 6262 (41) 99565 0770 - WhatsApp #parceriasolar #wegsolar #energiafotovoltaica #sustentabilidade #energiasolar #integradorsolar #integradorsolarmaster #euusoenergiasolar #taxarosolnão


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Instalação de usinas de energia solar cresce 142% no RS em 2019 | GaúchaZH

13/12/2019

O aproveitamento da energia solar segue avançando em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul. Somente em 2019, até quarta-feira (11), foram instaladas 12,1 mil unidades de geração fotovoltaica, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O volume representa expansão de 142% em relação a 2018 e consolida o Estado como o terceiro maior polo produtivo do país, com 19,6 mil usinas ativas, atrás de Minas Gerais e São Paulo.   Com a presença cada vez mais frequente dos painéis fotovoltaicos nos municípios gaúchos, a potência instalada quase quadruplicou desde o ano passado, passando de 62,4 mil quilowatts (kW) para 234,1 mil kW, conforme a Aneel. O consultor na área de energia Ricardo Lague explica que a recente redução dos custos dos equipamentos necessários para viabilizar o sistema vem sendo um fator crucial para a expansão da fonte limpa e renovável.     — O custo-benefício passou a ser favorável para o consumidor e alavanca a instalação de novos equipamentos. No caso das empresas, a possibilidade de descentralizar a geração, utilizando em mais de uma unidade dentro da área de concessão, também é um estímulo — afirma.   De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), nos últimos 10 anos o preço dos equipamentos caiu em torno de 75%. Hoje, no Brasil, o custo de implementação em uma residência com quatro pessoas sai por aproximadamente R$ 15 mil. Com a economia na conta de luz gerada pelo sistema, o montante pode ser recuperado em três a sete anos, dependendo da região.       Atualmente, o país conta com 149,9 mil unidades geradoras e potência instalada de 1,7 gigawatt (GW). O presidente do conselho da Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), Ricardo Pigatto, lembra que o país só começou a explorar o potencial da fonte solar há cerca de cinco anos e, portanto, ainda há espaço para os números seguirem em alta.      — A geração solar fotovoltaica dificilmente vai ter o crescimento freado no Brasil. É um caminho sem volta —  estima Pigatto.   Novos projetos   Maior parque de energia solar do Estado foi inaugurado nesta quinta-feira em Nova Santa RitaLauro Alves / Agencia RBS   Os clientes residenciais são os protagonistas da expansão das estruturas de energia limpa no país, conforme a Aneel. No Rio Grande do Sul, eles respondem por 66% dos pontos em operação. No entanto, a maior potência instalada está entre os clientes comerciais, hoje responsáveis por 44% do total.   Novos projetos que começam a sair do papel tendem a aumentar o peso das empresas na potência energética instalada no Estado. É o caso das usinas inauguradas nesta quinta-feira (12) pela Rede La Salle. A instituição de ensino implementou o maior parque de energia solar do Estado em Nova Santa Rita, com 3,6 mil painéis fotovoltaicos e capacidade de 1,2 mil kW. Paralelamente, montou ainda uma usina em Viamão, com 2,5 mil placas e capacidade aproximada de 800 kW.   - Calculamos que 70% da energia que consumimos no Estado vai ser gerada pelos parques. Também queremos aproveitar a estrutura para desenvolver projetos de pequisas na área de energia _ aponta Sandro Baruffi, coordenador de patrimônio da Rede La Salle.   Com investimento de R$ 9 milhões, as duas estruturas devem começar a abastecer a partir de janeiro de 2020 os colégios de Canoas, Caxias do Sul, Esteio, Porto Alegre e Sapucaia do Sul, além dos centros de pesquisa do La Salle espalhados pelo Estado. No futuro, a ideia é atender também a demanda de luz da universidade La Salle.    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2019/12/instalacao-de-usinas-de-energia-solar-cresce-142-no-rs-em-2019-ck433rio0050k01rzz49cn9rd.html  


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Megacast Convida: André Pepitone antecipa mudanças que a Aneel prevê em regras de GD

09/12/2019

O podcast da MegaWhat desta semana foi até Brasília para uma conversa com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, sobre o planejamento estratégico do regulador para 2020 e 2021. Uma das prioridades para os primeiros meses do ano que vem é a conclusão da revisão das regras de geração distribuída. Na conversa, Pepitone antecipou algumas "flexibilizações" que a agência reguladora pretende fazer, com o objetivo de encontrar um meio termo entre o que havia sido proposto e o que tem sido pleiteado pelo segmento de geração solar fotovoltaica.   Para saber quais são essas mudanças, é só ouvir o podcast na íntegra:           Por Camila Maia Fonte: https://megawhat.energy/news/80501/megacast-convida-andre-pepitone-antecipa-mudancas-que-aneel-preve-em-regras-de-gd


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BLACK FRIDAY para a Parceria Solar é o ano todo!

21/11/2019

Assim como você, somos diferentes e chegamos para mudar o mundo. Nossos projetos são personalizáveis as suas necessidades e especialmente desenvolvidos para aproveitar toda a capacidade do sistema fotovoltaico, realizados por profissionais habilitados e altamente especializados. É por esse motivo que, com nosso sistema, você vai sentir o poder do sol e nada mais. Nosso sistema é inovador e marca o mundo porque tem baixo impacto ambiental e está de acordo com os produtos de alto desempenho, que comprovadamente são bons para você e para o meio ambiente, garantido um consumo menor de energia. Para nós o Black Friday é todos os dias, tanto na maneira com que trabalhamos quanto na maneira em que tratamos nossos clientes. E para isso exigimos de nós e de nossos parceiros os mais altos padrões de garantia para que nossos clientes sejam tratados com respeito, exclusividade e tenham assegurado os seus direitos, porque acreditamos que quem é comprometido com a qualidade sempre tem o melhor preço.   A Parceria Solar tem um compromisso com você e com o planeta.  


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Governo de Bolsonaro estuda redução de impostos sobre placas solares

11/11/2019

O Brasil é a nona maior economia do mundo e uma potência energética importante no mundo. É o nono produtor de petróleo do mundo, o segundo na categoria de biocombustível e produtor de energia hidroelétrica do mundo e o oitavo maior país em capacidade instalada de energia eólica. O governo do Brasil está fortemente envolvido no setor de energia: possui metade da maior concessionária de energia elétrica do Brasil, a Electrobras, e metade da companhia de petróleo Petrobras. Como isto pode mudar no governo Bolsonaro. Bolsonaro e os impostos sobre as placas solares   Uma das principais preocupações com relação à política energética do governo Bolsonaro está em questões ambientais. O Brasil é o sexto maior país em emissão de gases de efeito estufa (GEE) do mundo. Sob o Acordo de Paris, o país prometeu reduzir suas emissões de GEE em 37% até 2025 em relação às emissões de 2005. O foco tem sido o combate ao desmatamento na Amazónia, o investimento em energias renováveis ??e a melhor eficiência no setor agrícola. No entanto, Bolsonaro parece desconsiderar as proteções ambientais. O seu governo planeia reduzir os impostos sobre combustíveis fósseis, afirmando que: “Na formulação dos preços da energia, incluindo combustíveis, há uma forte influência dos impostos estaduais, que deverão ser revistos entre todas as entidades federativas, para não sobrecarregar. o consumidor brasileiro”. Além disso, Bolsonaro levantou a necessidade de acelerar os processos de licenciamento ambiental, inclusive para novas usinas hidroelétricas na região amazónica. O plano do governo de Bolsonaro é promover o licenciamento ambiental para pequenas usinas hidroelétricas, prometendo que elas “assegurem que o licenciamento seja avaliado dentro de um período máximo de três meses.” Se as medidas descritas ao longo deste artigo forem realizadas durante o governo Bolsonaro, haverá consequências locais e globais. O impacto sócio-ambiental negativo dessa política energética prejudicaria as comunidades indígenas e os setores mais pobres da sociedade. E será impossível para o Brasil cumprir com a redução de gases de efeito estufa.   Fonte: https://www.portal-energia.com/bolsonaro-reducao-impostos-placas-solares-148080/


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Exército amarelo invade Brasília para defender a energia solar fotovoltaica

08/11/2019

Um exército de capacetes e camisas amarelas invadiu Brasília no dia 07/11/2019, naquele que ficou conhecido como o dia "D" do setor de energia solar fotovoltaica no Brasil. Embora não tenha talvez tomado proporções suficientes para entrar para os livros da História do Brasil, certamente o levante pacífico ficará na memória daqueles que acompanham a luta pela consolidação do mercado da energia solar fotovoltaica no país. No lugar de "black blocks", sem tumultos, profissionais, empresários e membros das entidades que defendem o setor solar, como a ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar) e a ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), lotaram gramados e as ruas de Brasília em busca de atenção contra a tão falada "taxação do Sol". Embora de fato não exista qualquer taxação do Sol, o bordão adotado pelo movimento opõe-se à proposta da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) de cobrar dos geradores distribuídos o uso da rede elétrica, o que pode desincentivar a geração de energia elétrica a partir de painéis solares fotovoltaicos no país, prejudicando um setor que proporciona benefícios ambientais, sociais e econômicos para o Brasil. O início do dia "D" foi marcado pela realização da audiência pública 040/2019 da ANEEL, convocada pela agência com o objetivo de "obter subsídios e informações adicionais referentes às regras aplicáveis à micro e à mini geração distribuída para a elaboração da minuta de texto à Resolução Normativa nº 482/2012 e à seção 3.7 do Módulo 3 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST)", segundo informações da própria ANEEL. Na audiência o corpo diretor da ANEEL colocou-se em uma mesa à frente do pavilhão do Clube do Exército em Brasília. As entidades do setor solar organizaram caravanas de ônibus originárias de todas as partes do Brasil, que lotaram o pavilhão com cerca de 800 participantes. No local foi montado um púlpito que serviu de palanque para alguns discursos inflamados em defesa da energia solar. As falas, técnicas em sua grande minoria, não prenderam a atenção da mesa diretora, que ouvia as pronunciações com certo desdém, segundo pessoas que estiveram presentes. A realização da audiência pública foi marcada por duas panes de eletricidade na parte da manhã e no início da tarde, conforme noticiou em primeira mão o Canal Solar na matéria "Apagão frustra audiência pública da ANEEL". Por alguns longos minutos a multidão ficou no escuro, naquilo que parecia ser uma tentativa de apagar o movimento da energia solar. Provavelmente tudo não passou de uma infeliz coincidência, mas o fato pitoresco marcou de forma indelével o evento. Além da falta de energia elétrica em um evento promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica, dois outros fatos foram denunciados pelo Canal Solar: ausência de transmissão ao vivo, como ocorre de praxe nos eventos da agência, e manifestação da agência sobre o fato de não ter recebido contribuições da sociedade para a audiência 040/2019. Muitas coincidências estranhas em uma audiência que era decisiva para a sobrevivência do setor de energia solar fotovoltaica no Brasil. No frigir dos ovos o movimento das camisas e dos capacetes amarelos foi um sucesso e conseguiu atrair a atenção da classe política. Um discurso muito impactante em defesa da energia solar foi proferido pelo Senador Major Olímpio (do bloco parlamentar PSDB/PSL-SP) durante a audiência. E no final do dia um pronunciamento do Presidente Jair Bolsonaro, divulgado nas redes sociais, referiu-se ao evento de forma positiva, dando a entender que o Poder Executivo vai empenhar suas forças para acolher as reivindicações do setor solar.   Fonte: https://canalsolar.com.br/index.php/noticias/item/196-exercito-amarelo-invade-brasilia


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Após acordo, Aneel decide não alterar regras dos atuais contratos de quem gera a própria energia

31/10/2019

Só contratos firmados após a aprovação da mudança serão submetidos às novas normas. Alteração de contratos vigentes era um dos pontos mais criticados da proposta da agência.   A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu não alterar os contratos de quem já gera a própria energia. Com a decisão, os contratos já assinados e os firmados até a mudança da regra não serão impactados. Assim, quem instalar o sistema hoje ficará 25 anos dentro das regras atuais. A decisão foi tomada diante de acordo entre a Aneel e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) firmado em uma reunião na quarta-feira (30) na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, informou uma fonte que participou da reunião. A atual proposta da Aneel está em audiência pública e previa que a partir de 2030 todos os contratos, inclusive os antigos, seriam submetidos às novas regras. Pela nova norma, será cobrado dos consumidores que geram a própria energia os encargos setoriais e também a tarifa pelo uso da rede de distribuição. O impacto nos contratos já em vigor era um dos pontos mais criticados pelo setor, que citava a chance de judicialização da mudança. Segundo a fonte que participou da reunião, a intenção do acordo firmado é dar segurança jurídica e mostrar que o Brasil respeita os contratos vigentes.   Como funciona o incentivo   Quando um consumidor adere à geração distribuída, passa a produzir energia em casa ou no trabalho. Essa energia pode ser consumida imediatamente ou então ser transmitida para a rede da distribuidora e compensada depois. Nesse caso, a rede da distribuidora acaba funcionando como uma bateria. A regra atual prevê incentivos para quem participa desse sistema, entre os quais a isenção do pagamento de tarifas pelo uso do sistema elétrico. Porém, outros consumidores acabam bancando esses incentivos. A Aneel argumenta que o objetivo da mudança é evitar que o custo desses incentivos seja repassado aos demais consumidores. Segundo a Aneel, em 2018 esse custo foi de R$ 205 milhões, em 2021 chegaria a R$ 1 bilhão, em 2025 a R$ 3 bilhões por ano e, em 2027, R$ 4 bilhões por ano.   Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/10/31/apos-acordo-aneel-decide-nao-alterar-regras-dos-atuais-contratos-de-quem-gera-a-propria-energia.ghtml


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Globo News - André Trigueiro alerta para a burocracia das concessionárias na geração distribuída

01/10/2019

            Fonte: Globo News - https://www.youtube.com/watch?v=avCp-PcHepk


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Período das bandeiras vermelhas nas faturas aumenta interesse dos brasileiros por energia solar

16/09/2019

Pelo segundo mês consecutivo em 2019, os mais de 80 milhões de consumidores de energia elétrica do Brasil irão arcar com a cobrança adicional da bandeira vermelha na conta de luz. O anúncio foi feito pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e marca a época do ano, de agosto a novembro, que desde 2017 registra a ocorrência desses adicionais devido ao quadro de estiagem que impacta a geração por hidrelétricas no país. No entanto, o sol que castiga os reservatórios é o mesmo que liberta milhares de brasileiros gerando sua própria energia através dos sistemas fotovoltaicos, integrantes do segmento de geração distribuída criado pelas regras da ANEEL em 2012. São, hoje, mais de 104 mil consumidores no país que fazem uso de painéis solares para economizar até 95% na conta de luz e ficar livres das bandeiras tarifárias por mais de 25 anos, vida útil mínima da tecnologia. Pelas regras da geração distribuída, o consumidor conecta seu gerador ao poste da distribuidora e é compensado em créditos por toda energia excedente que ele injetada na rede elétrica. Esses créditos, por sua vez, compensam a energia consumida da rede durante o período noturno ou em momentos de pouca geração do sistema, como em dias muito nublados ou chuvosos. Uma vez que os sistemas são dimensionados para gerar toda a energia consumida em uma casa ou empresa, o consumidor sempre terá créditos para zerar o que consumiu da rede, ficando livre do valor da energia da distribuidora e seus acréscimos. São essas vantagens, em conjunto com as mais de 70 linhas de financiamento para energia solar oferecidas no país, que impulsionam a geração distribuída no Brasil e elevam a cada ano o número de sistemas conectados. Foram 46.720 novas conexões registradas pela ANEEL somente até o final de agosto de 2019, quase 33% a mais que todo o volume conectado em 2018. Com a marca histórica de 1 Gigawatt (GW) de capacidade instalada atingida no começo de agosto, a energia solar distribuída segue forte no Brasil e deverá alimentar mais de 886 mil telhados até 2024, segundo a previsão da ANEEL.   Fonte: Bluesol – Energia Solar – 04 de setembro de 2019  


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A força do sol para os pequenos negócios.

03/09/2019

Os painéis fotovoltaicos, tanto nos telhados quanto os que formam as grandes usinas solares, estão gerando cada vez mais eletricidade para o Sistema Nacional. De acordo com números da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), já foram investidos mais de R$ 15 bilhões para proporcionar uma capacidade de 2 gigawatts (GW) em grandes centrais e 1,1 GW em painéis residenciais e comerciais, a chamada geração distribuída. Os investimentos têm dado resultado. Uma pesquisa do Centro Sebrae de Sustentabilidade, em parceria com a Absolar e a Fundação Seade, revela que, dos empresários que possuem o sistema fotovoltaico, 83,9% reduziram os gastos com energia elétrica. O estudo ainda mostra que 60% dos 3.199 empreendedores ouvidos pretende investir mais em energias de fontes renováveis, sendo que, desses, 47,5% irá priorizar a fonte solar fotovoltaica. Fonte: ISTOÉ Dinheiro


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"Pequenos negócios apostam em energia solar fotovoltaica para reduzir custos e ampliar competitividade"

29/08/2019

O sol é a maior e inesgotável fonte de energia renovável, limpa e sustentável da Terra. Nas últimas décadas, o astro-rei tornou-se um grande aliado da sociedade e dos setores produtivos para geração de eletricidade de forma sustentável.   No Brasil, os pequenos negócios começam a despertar para os benefícios e vantagens que os chamados sistemas de geração distribuída solar fotovoltaica (microgeração e minigeração) promovem nas empresas, sobretudo na redução de custos e ganho de competitividade, além de contribuir com as questões ambientais, sociais e de qualidade de vida.   Empresários deste robusto segmento da economia nacional têm aderido de forma significativa à tecnologia solar fotovoltaica. É o que revela a primeira pesquisa nacional sobre Energia Solar Fotovoltaica e os Pequenos Negócios, realizada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), em parceria com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e a Fundação Seade.   Foram ouvidos 3.199 empresários de Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). As entrevistas foram feitas por telefone, com empresários dos 26 Estados e do Distrito Federal, que atuam nos quatro principais setores produtivos: agropecuária, indústria de transformação, comércio e serviços, no período de 14 de maio a 15 de julho de 2019. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.   A amostra da pesquisa foi baseada no cadastro da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2016). Os resultados da pesquisa são apresentados em três grupos: pequenos negócios que utilizam energia solar fotovoltaica; que conhecem bem energia solar fotovoltaica, mas não a implantaram; e os que não conhecem esta fonte renovável, limpa e sustentável de energia.   O estudo mostra que, dos empresários que possuem o sistema fotovoltaico, 83,9% reduziram os gastos com energia elétrica e mais da metade (60%) pretende investir mais em energias renováveis, sendo que, desses, 47,5% na fonte solar fotovoltaica.   Do total de entrevistados, apenas 0,1% das Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) já instalou o sistema de geração distribuída solar fotovoltaica. Entre esses, mais da metade (51,3%) investiram recursos próprios na implantação. A maioria é composta por homens, de até 40 anos.   Dos usuários da geração distribuída solar fotovoltaica, a maioria (79,4%) não recebeu incentivo fiscal para implantar o sistema. O fornecedor do equipamento foi a principal fonte de assistência técnica para 64,2% dos consumidores. Praticamente todos (96,0%, em média) identificam resultados positivos do investimento.   Embora o uso da energia solar nos pequenos negócios esteja em fase inicial, cerca de 80% dos empresários afirmaram conhecer ou já ter ouvido falar sobre a tecnologia.   Porém, entre os 20% que desconhecem, todos eles afirmaram, de uma forma ou outra, valorizar medidas de estímulo à adoção dos sistemas fotovoltaicos, como redução de impostos; criação de programas federais, estaduais e municipais de incentivo; possibilidade de obter crédito com o excedente de energia gerada; mais linhas de financiamento; e possibilidade de montar consórcios com outras empresas e vizinhos .      “O movimento das Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) de adesão à tecnologia solar ainda é recente e incipiente, porém tende a crescer rapidamente em decorrência da redução dos custos de equipamentos, instalação e manutenção dos sistemas”, afirma Suênia Sousa, gerente do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS).   Os principais resultados desse estudo evidenciam um enorme potencial para expansão do uso da energia solar fotovoltaica no Brasil por meio dos pequenos negócios, desde que superados os principais obstáculos identificados: informação e recursos para investimento. “Esta pesquisa poderá servir como referência para as políticas públicas e privadas, que poderão viabilizar a ampliação do uso desta incrível e abundante fonte de energia renovável, limpa e sustentável nos pequenos negócios, demais setores produtivos, residências e instituições do país”, ressalta Suênia.   Para o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, a pesquisa mostra claramente a necessidade de se desenvolver políticas públicas para ampliar o uso da energia solar fotovoltaica nos pequenos negócios no Brasil. “A fonte solar fotovoltaica pode ser uma importante aliada para a redução de custos, o ganho de competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas, que, na prática, são a locomotiva econômica e social do País”, diz.   Os pequenos negócios constituem um segmento vital para o desenvolvimento sustentável brasileiro. Juntos, equivalem a 98,5% das empresas do país, são responsáveis pela geração de 54% dos empregos formais e contribuem com 27% do PIB. São protagonistas relevantes das economias locais em microrregiões, territórios e municípios. Os resultados da pesquisa estão no link http://bit.ly/PesquisaenergiasolarCSS   Cenário brasileiro   O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 1 gigawatt (GW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos, segundo dados de agosto da ABSOLAR.   A energia solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do Brasil, dentre eles: redução de gastos com energia elétrica, atração de investimentos, geração de empregos locais de qualidade, redução de impactos ao meio ambiente, redução de perdas elétricas na rede nacional, postergação de investimentos em transmissão e distribuição e alívio do sistema elétrico em horários de alta demanda diurna, como nos meses de verão.   De acordo com o mapeamento da ABSOLAR, em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 73,8% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (17,3%), consumidores rurais (5,5%), indústrias (2,8%), poder público (0,6%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) eiluminação pública (0,01%).   O Brasil possui hoje 93.597 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade ambiental a 117.312 unidades consumidoras, somando mais de R$ 5,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.   O presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por fatores importantes como a forte redução de mais de 85% no custo da tecnologia solar fotovoltaica desde 2010 e o excessivo aumento nas tarifas de energia elétrica dos consumidores brasileiros, pressionando o orçamento de famílias e empresas.   “A energia solar fotovoltaica traz liberdade ao consumidor, que já não aguenta mais depender de uma única distribuidora e ainda ter de arcar com aumentos abusivos nas tarifas de energia elétrica”, comenta Koloszuk.   Para Sauaia, este é apenas o começo de uma brilhante trajetória para democratizar o acesso a energia elétrica limpa e renovável, cada vez mais atrativa aos brasileiros. “O Brasil precisa ter uma política de Estado, com marco legal e regulatório estáveis, para ampliar o acesso da população, das empresas e os governos a esta tecnologia estratégica para a redução de custos com sustentabilidade”, afirma. Divulgação   A divulgação dos dados obtidos pela pesquisa Energia Solar Fotovoltaica e os Pequenos Negócios ocorrerá no painel sobre Geração Distribuída no Brasil no Congresso The Smarter E South America, nesta quarta-feira (28)  às 14h, que integra a Intersolar South America 2019. Este é o maior evento do setor de energia solar fotovoltaica da América do Sul, composto por feira de produtos e serviços e o congresso, realizado no período de 27 a 29/08/19 na Expo Center Norte na capital paulista.   Veja os dados da pesquisa no link: http://bit.ly/PesquisaenergiasolarCSS Cartilha   A cartilha Instaladora de Energia Solar Fotovoltaica, produzida pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), também será lançada na Intersolar South America 2019. A publicação objetiva orientar e apoiar empreendedores que pretendem ingressar nesse mercado. Trata-se de um segmento em franca expansão no Brasil, que precisa contar com empresas qualificadas para atender a demanda de implantação dos sistemas solares fotovoltaicos. Sobre o Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS)   O CSS é o centro de referência nacional em sustentabilidade para os pequenos negócios do Sistema Sebrae. Sua missão é gerar e disseminar conhecimento sobre este conceito, visando sua inserção na gestão das Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI). O Centro possui 8 anos de atividades e está localizado em Cuiabá (MT) junto ao Sebrae Mato Grosso. Seu edifício-sede é um laboratório vivo de práticas sustentáveis, premiado e certificado no Brasil e no exterior, que recebeu 74 mil visitantes (brasileiros e de 26 países) e 64 delegações internacionais, entre empresários, autoridades, arquitetos, engenheiros, universitários e pessoas interessadas na causa da sustentabilidade e em ecoinovação. O projeto arquitetônico do prédio foi baseado nas habitações indígenas xinguanas (povo Yawalapitti). Os visitantes participam de um tour guiado ao Centro, que proporciona rico aprendizado em práticas sustentáveis (eficiência energética, gestão de resíduos sólidos, água, consumo responsável, etc). Há 23 estações interativas e demonstrativas com conteúdos desenvolvidos pelo CSS, que utilizam recursos tecnológicos e didáticos, entre eles: realidade aumentada, video mapping, games, bike energy, etc. Este Centro já produziu 655 conteúdos didáticos e técnicos em diferentes formatos (cartilhas, infográficos, vídeos, estudos de tendências, pesquisas, casos de sucesso, relatórios de inteligência, etc), que estão acessíveis no portal: www.sustentabilidade.sebrae.com.br, que alcançou 12,5 milhões de pessoas via redes sociais. Sobre a ABSOLAR   Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) congrega empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico com atuação no Brasil, tanto nas áreas de geração distribuída quanto de geração centralizada. A ABSOLAR coordena, representa e defende o desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta energia limpa, renovável e sustentável no País e representando o setor fotovoltaico brasileiro internacionalmente.   Fonte: A Tribuna do Inetrior- 28 de agosto de 2019.


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Centro de Apoio a Criança com Câncer recebe doação de placas solares

26/07/2019

Com isso, ONG estima que consegue economizar 30% na conta de luz Na tarde desta quinta-feira, a presidente, Marli Machado Tarragó, e o diretor executivo da Parceira Solar, Rodrigo Corrêa, fizeram a inauguração oficial das placas solares Toda a ajuda que o Centro de Apoio a Criança com Câncer (Cacc) de Santa Maria dá a mais de 120 crianças e adolescentes com câncer de todo o Estado foi retribuída nesta semana com uma importante doação: oito placas de energia solar foram instaladas na instituição e já começaram a funcionar. Com isso, o Cacc estima uma economia de 30% por mês na conta de luz.  As doações foram feitas pela empresa Parceria Solar, instalada em Santa Maria desde 2013. Conforme a presidente do Cacc, Marli Machado Tarragó, essa é a primeira etapa do projeto de captação de energia solar. Mais 16 placas devem ser instaladas no local, que serão compradas com a arrecadação de verbas feitas por meio do Imposto Solidário. Ainda não há data para a compra, mas, quando isso for feito, a estimativa é que a economia na luz chegue a 80%.  Jovem de Unistalda luta contra tipo raro de câncer e precisa de doações Na tarde desta quinta-feira, a instituição realizou uma solenidade para a inauguração do sistema. Na ocasião, o diretor executivo da Parceira Solar, Rodrigo Corrêa, anunciou que a empresa fará a doação de mais placas, o que deve fazer com que 100% da energia utilizada na instituição seja proveniente do sol.  - Nós gastamos em média R$ 1,5 mil por mês com luz. Com as placas de energia solar, a gente vai poder destinar esse valor que gastamos com luz para outros recursos - explica Marli. O projeto começou há cerca de nove meses, quando Corrêa conheceu o Cacc por meio de um pedido de doação que a instituição fez a sua empresa. Só que foi ali que ele percebeu que poderia ajudar com mais: - Eu vim de Quaraí e lá nós sempre ajudávamos instituições. Teve um momento em que eu parei para pensar e percebi que aqui em Santa Maria a gente só estava trabalhando, não ajudando ninguém. Eu sei a força que as pessoas tem quando tem doença, meu pai teve câncer. Essa doação é o mínimo que a gente pode fazer - conta o diretor executivo da empresa.  O CACC A instituição, com mais de 20 anos, é uma organização não-governamental que tem o objetivo de receber pacientes de 0 a 21 anos e seus acompanhantes durante o tratamento hemato-oncológico realizado pelo Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). Eles ficam hospedados no Caac por tempo indeterminado e recebem, gratuitamente, além da hospedagem, alimentação e atividades de recreação e apoio psicossocial.  O Cacc é mantido com ajuda de doações em dinheiro, alimentos e roupas e trabalho voluntário. No local funciona um brechó segunda a sábado, das 8h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h, que também ajuda a manter as contas em dia.  Quem quiser ajudar, tanto com doações quanto com voluntariado, pode entrar em contato com a instituição pelo telefone (55) 3226-4949 ou ir até o local, que fica na Rua Erly de Almeida Lima, 365, Camobi.    Fonte: Diario - Santa Maria – 26 de julho de 2019  


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Tendências de Arquitetura do Inversor nos Sistemas Fotovoltaicos Comerciais

03/07/2019

  Como o mercado fotovoltaico no Brasil deve crescer, o panorama do inversor fotovoltaico no mercado comercial provavelmente irá evoluir. Esta evolução é decorrente do crescente papel que os inversores têm nos custos de instalação e operação/manutenção dos sistemas fotovoltaicos comerciais. Como cérebro dos sistemas fotovoltaicos, os inversores são responsáveis pelo monitoramento e gerenciamento da energia produzida; enquanto os inversores representam apenas cerca de 10% do custo do sistema fotovoltaico, eles influenciam cerca de 20% do custo total (inversor, componentes de integração do sistema, mão de obra, etc.), gerenciam 100% da energia produzida e definem os custos de operação e manutenção ao permitir a gestão de ativos do sistema fotovoltaico. Por este motivo, há uma tendência crescente na migração dos inversores de string para tecnologia de Eletrônica de Potência a Nível de Módulo (MLPE, na sigla em inglês) nos sistemas fotovoltaicos comerciais. Os inversores centrais foram o padrão para os sistemas comerciais na década passada. A razão fundamental desta tendência foi a economia de escala que permitiu a redução do custo por watt para grandes inversores e, portanto, reduzindo o custo inicial de um sistema fotovoltaico comercial. Porém, como a indústria evoluiu, as desvantagens dos inversores centrais tornaram-se mais aparentes: inversores centrais requerem maior uso do solo; também requerem caros contratos de manutenção, que só pode ser prestada por equipe especializada, o que leva a altos custos de operação e manutenção. Além disso, o não funcionamento de um inversor central geralmente significa inatividade de uma grande quantidade de módulos fotovoltaicos, o que provoca grande perda de faturamento de uma usina. Estas desvantagens, juntamente com a redução do custo por watt dos inversores de string, levou à transição para a arquitetura descentralizada nos sistemas comerciais que utiliza múltiplos inversores de string ao invés de inversores centrais. De acordo com a empresa de pesquisa IHS, a participação de mercado dos inversores de string para instalações comerciais abaixo de 5MW cresceu de 76% em 2017 para 82% em 2018, enquanto a participação de mercado dos inversores centrais caiu de 24% para 18% no mesmo período. Os principais motivos dessa tendência são: facilidade de operação e manutenção; substituição menos complexa (requer menos funcionários no local e não requer mão de obra especializada); maior período de atividade do sistema sistema fotovoltaico e menor uso do solo. Um benefício adicional dos inversores de string, em relação aos inversores centrais, é que eles fornecem múltiplos MPPTs e monitoramento em alta resolução; mas ainda há espaço para aperfeiçoamento. Por estas razões, a arquitetura descentralizada está ganhando cada vez mais espaço no mercado; porém, a topologia dos inversores de string convencionais, que é utilizada na maioria das instalações comerciais, ainda tem um número significativo de desvantagens. Em sistemas comerciais que utilizam os inversores de string convencionais a saída de energia é limitada devido ao mismatch dos módulos. Como os módulos são conectados em série, normalmente eles não operam no seu ponto de máxima potência e, portanto, há perdas de energia. Esta topologia também possui limitações de projeto (por exemplo: as strings precisam ser do mesmo comprimento, usarem o mesmo tipo de módulos e estarem posicionadas na mesma inclinação/orientação). As condições de instalação mais comuns, especialmente em sistemas fotovoltaicos instalados em telhados, levam a desperdício de espaço ou duplicidade de gastos desnecessários com insumos. Outras desvantagens dizem respeito à segurança e falta de insight na produção do módulo e solução remota dos problemas. Para atender os padrões de segurança ou exigências do seguro, pode requerer a instalação de equipamentos de alto custo. A falta de monitoramento a nível módulo e resolução remota dos problemas, não apenas pode resultar na diminuição de receita devido à redução do tempo de atividade do sistema, mas também aumentar os custos de operação e manutenção. Por estas desvantagens, a mesma tendência que está mudando o layout do mercado comercial para inversores de string continua a avançar em direção à otimização a nível de módulo. A eletrônica de potência a nível de módulo oferece maior produção de energia, não apenas por eliminar perdas de energia devido ao mismatch dos módulos, mas também por permitir melhor aproveitamento do telhado e a instalação de mais módulos por não haver restrições de design. Além disso, a tecnologia MLPE oferece manutenção aprimorada e resolução remota dos problemas o que reduz os custos de operação e manutenção durante a vida útil do sistema fotovoltaico e aprimoramento dos recursos de gestão de ativos, através da redução do número de visitas e do tempo gasto no local para diagnosticas os problemas. Inerente à tecnologia MLPE está a sua habilidade de reduzir os riscos de segurança para bombeiros, instaladores e equipe de manutenção através do desligamento da alta tensão CC a nível de módulo. Apesar de a tecnologia MLPE ter crescido no mercado comercial, ainda há espaço para mais crescimento. As soluções com a tecnologia MLPE oferecem aos investidores e aos proprietários dos sistemas faturamento potencialmente maior durante a vida útil do sistema, porque possibilita maior rendimento financeiro do sistema fotovoltaico, além da capacidade de blindar seus ativos contra variáveis inesperadas que poderiam resultar em baixo rendimento devido ao mismatch a nível módulo. Lembrando que a tecnologia MLPE reduz tanto os custos de instalação quanto os custos de operação e manutenção durante a vida útil do sistema. O mais importante é que, com o maior faturamento e a redução dos custos operacionais, a eletrônica de potência a nível de módulo, como a Solução de Inversor Otimizado SolarEdge, oferece mais valor agregado durante a vida útil do sistema fotovoltaico para ‘EPCistas’, integradores/instaladores e para o proprietário do sistema fotovoltaico.   Fonte: Portal Solar


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Energias renováveis já empregam mais de 11 milhões de pessoas no mundo

03/07/2019

Segundo mapeamento da IRENA, fábricas deixaram de se concentram apenas nos mercados tradicionais e passaram a investir de forma global A cadeia produtiva de energias renováveis é atualmente um dos setores que mais crescem no mundo. De acordo com dados recentes divulgados pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), o segmento é responsável por mais de 11 milhões de empregos nos cinco continentes. Segundo o mapeamento da IRENA, na última edição da Pesquisa Anual sobre Energia Renovável e Empregos, os postos de trabalho no mundo alcançaram seu mais alto nível em 2018, impulsionados pelo crescimento exponencial das instalações fotovoltaicas na geração centralizada e na geração distribuída. Um dos fatores de sucesso do setor é a proliferação da cadeia produtiva fotovoltaica em países que, até então, não possuíam tradição neste segmento. Nos últimos anos, fábricas deixaram de se concentrar apenas nos mercados tradicionais, como China, Estados Unidos e União Europeia, e passaram a desenvolver operações na América do Sul e Ásia Oriental, configurando novos polos de investimentos e exportações de tecnologias fotovoltaicas, sobretudo os módulos solares. O estudo da IRENA mostra que nações como Malásia, Tailândia e Vietnã foram responsáveis por uma parcela maior do crescimento em empregos renováveis no ano passado, o que permitiu à Ásia manter uma participação de 60% dos empregos em energia renovável em todo o mundo. Em declarações à imprensa internacional, Francesco La Camera, diretor-geral da IRENA, afirmou que “além das metas climáticas, os governos estão priorizando as energias renováveis como um motor do crescimento econômico de baixo carbono, reconhecendo as inúmeras oportunidades de emprego criadas pela transição para as energias renováveis.” Para La Camera, “as energias renováveis atendem a todos os principais pilares do desenvolvimento sustentável – ambiental, econômico e social. À medida que a transformação global da energia ganha força, essa dimensão do emprego reforça o aspecto social do desenvolvimento sustentável e fornece mais uma razão para os países se comprometerem com as energias renováveis”, disse. Fonte: Portal Solar


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Museu do Futuro de Dubai terá tecnologia fotovoltaica e abastecimento de carros elétricos

05/10/2018

  Empreendimento conta com métodos pioneiros usados na engenharia e pretende estabelecer precedentes para futuras construções sustentáveis O projeto arquitetônico do Museu do Futuro de Dubai, nos Emirados Árabes, previsto para ser aberto ao público em 2020, terá a tecnologia solar fotovoltaica como um dos itens principais de sustentabilidade do empreendimento. Concebido para ser um ponto turístico importante em Dubai, o prédio do museu possui uma enorme estrutura de aço inoxidável, com formas arredondadas e decorado com escritos em árabe. Mesmo antes de ser inaugurada, a área externa do empreendimento já é uma atração para quem passa pela pela maior avenida da cidade, a Sheikh Zayed Road. Assim como por seu exterior, o museu quer impressionar também pelo projeto nos ambientes internos, por meio de uma arquitetura modernista, das exposições futurísticas e também pelas questões de sustentabilidade envolvidas. Com certificação LEED de construções sustentáveis, concebida e concedida pela organização não governamental United States Green Building Council (USGBC), o prédio funcionará com energia solar e fornecerá estações de carga para carros elétricos. Até mesmo os restaurantes do local trarão informações sobre a produção da comida servida. Métodos pioneiros usados na construção pretendem estabelecer precedentes para futuros projetos sustentáveis, segundo afirmou à CNN Shaun Killa, diretor do estúdio de arquitetura Killa Design, responsável pelo projeto. A empresa usou ferramentas sofisticadas de modelagem para planejar a estrutura única e curva, composta por milhares de triângulos de aço interligados. Impressoras 3D produziram os painéis de aço e fibra de vidro que formam a fachada, que é lisa e sem costuras, bem como ambientalmente consciente – um desafio para a criatividade dos arquitetos. O museu é uma iniciativa da Dubai Future Foundation, liderada pelo governante de Dubai, o xeique Mohammed bin Rashid Al Maktoum, e tem como objetivo servir de base para a exploração dos maiores desafios e tecnologias que moldarão o futuro, das mudanças climáticas aos avanços médicos. Fonte: Portal Solar


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A força do sol para os pequenos negócios.

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Os painéis fotovoltaicos, tanto nos telhados quanto os que formam as grandes usinas solares, estão gerando cada vez mais eletricidade para o Sistema Nacional. De acordo com números da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), já foram investidos mais de R$ 15 bilhões para proporcionar uma capacidade de 2 gigawatts (GW) em grandes centrais e 1,1 GW em painéis residenciais e comerciais, a chamada geração distribuída. Os investimentos têm dado resultado. Uma pesquisa do Centro Sebrae de Sustentabilidade, em parceria com a Absolar e a Fundação Seade, revela que, dos empresários que possuem o sistema fotovoltaico, 83,9% reduziram os gastos com energia elétrica. O estudo ainda mostra que 60% dos 3.199 empreendedores ouvidos pretende investir mais em energias de fontes renováveis, sendo que, desses, 47,5% irá priorizar a fonte solar fotovoltaica.   Fonte: ISTOÉ Dinheiro


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